A Escola São Benedito, realizou na sexta-feira passada dia 06 de maio uma festinha em comemoração ao dia das mães.
A festa contou com a participação de cantores evangélicos locais: Cantora Betânia, Cantora Veruska, Cantor Celso Moura, Cantora Rayane Macêdo. O roteiro seguiu após a apresentação dos cantores com uma mensagem de Deus para todas as mães, finalizando a primeira parte da festa com uma oração abençoando todas as vidas ali presentes.
Abrilhantando ainda mais o nosso evento, tivemos a presença da Secretária Municipal da Mulher de Curionópolis Alice Ximenes representando sua Excelência o Prefeito Municipal de Curionópolis Wenderson Chamon.
As mães foram presenteadas com uma surpresa preparada pela direção da escola e professores e coordenação: Apresentações peças teatrais, jogral, apresentação musical dentre outros...
Após o culto, foi oferecido para todas as mães um delicioso jantar americano.
Confira as fotos
O diretor Carlos César Pinheiro, agradece a todos os professores, secretárias, coordenação, auxiliares operacionais e demais funcionários da Escola São Benedito pelo belo trabalho realizado. Sem a colaboração de todos, não seria possível realizarmos este evento.
Sejam Bem Vindos
terça-feira, 10 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Preocupe-se. Seu filho é mal educado.
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A idéia de que a escola particular brasileira é boa e protege seus alunos das deficiências da escola pública é falsa. Nossas escolas particulares são apenas menos ruins do que as públicas – mas, se comparadas às escolas de outros países ou a um nível ideal de qualidade, certamente ficam muito distantes"
A idéia de que a escola particular brasileira é boa e protege seus alunos das deficiências da escola pública é falsa. Nossas escolas particulares são apenas menos ruins do que as públicas – mas, se comparadas às escolas de outros países ou a um nível ideal de qualidade, certamente ficam muito distantes"
O Pisa é atualmente o teste internacional de qualidade da educação mais reconhecido globalmente. Ele é aplicado a cada três anos pela OCDE e sua última edição, sobre a qual temos resultados disponíveis, pintou um quadro aterrador para o Brasil. Em primeiro lugar, porque nosso desempenho geral foi baixíssimo. Entre os quarenta países participantes (trinta desenvolvidos e dez em desenvolvimento), ficamos em último lugar em matemática, penúltimo em ciências e 37º na área de leitura. Esse resultado não é de todo surpreendente, já que há anos e em vários outros testes internacionais colhemos resultados parecidos. Há sempre uma tendência do setor mais ilustrado da nossa sociedade de dar de ombros a esses resultados, creditar o fracasso nacional às escolas públicas e imaginar que, colocando o filho em uma boa escola particular, o problema não o afeta. O Pisa demonstra que esse raciocínio não é apenas tacanho, mas também fundamentalmente equivocado – e aí, sim, há uma surpresa digna de nota. O problema não é apenas das escolas públicas, mas da educação como um todo. Não há ilhas de excelência no mar de lodo. Em matemática, por exemplo, apenas 1,2% dos alunos brasileiros chega aos dois níveis mais altos de desempenho, contra uma média de 15% dos estudantes dos países da OCDE, 19% dos de Macau (China) e 7% dos da Rússia. A situação fica ainda mais clara quando fazemos o recorte por nível socioeconômico: o desempenho dos 25% mais ricos do Brasil é menor do que a média dos 25% mais pobres dos países da OCDE. Deixe-me repetir: os alunos da nossa elite têm desempenho educacional pior do que os mais pobres dentre os países desenvolvidos.
A idéia de que a escola particular brasileira é boa e protege seus alunos das deficiências da escola pública é falsa. Nossas escolas particulares são apenas menos ruins do que as públicas – mas, se comparadas às escolas de outros países ou a um nível ideal de qualidade, certamente ficam muito distantes.
Os pais que colocam seus filhos em escolas particulares estão, na realidade, pagando por um diferencial que vem mais deles (pais) do que da escola em si. Estudos recentes do economista Naercio Menezes Filho indicam que 80% da diferença de desempenho entre as escolas públicas e as privadas é explicável pelo status socioeconômico da família do aluno. Outros 10% são explicáveis pelo status dos colegas de ensino. Apenas os 10% restantes são atribuíveis à qualidade da própria escola. Ou seja, de cada 10 pontos de performance superior de um aluno de escola particular, 8 são explicados pelo fato de ele já vir de casa com maior bagagem cultural, ter acesso a livros e viver em um ambiente sem carências materiais agudas; 1 ponto é explicado pelo fato de os colegas dele virem igualmente de ambientes privilegiados – e a literatura empírica é categórica ao apontar os efeitos que os colegas têm sobre o desempenho de um aluno (peer effects) –; e o outro ponto pode ser atribuído à qualidade da escola.
Não é muito difícil entender por que esse quadro é assim. O ator fundamental do processo de ensino é o professor. A boa administração escolar sempre é positiva e surte resultados, mas nem toda a eficiência gerencial do mundo fará com que um mau professor dê uma boa aula. Segundo o Perfil dos Professores Brasileiros, da Unesco, 81% dos atuais professores cursaram seu ensino fundamental em escolas públicas e quase 70% fizeram o curso secundário em escolas públicas. Se esse professor é formado em instituições de ensino claudicantes, ele tenderá a ser também um professor despreparado, por mais rica e organizada que seja a escola em que leciona. Não é possível para a nossa elite criar uma blindagem para se proteger das mazelas do setor público. Não apenas porque a escola pública formará a mão-de-obra dessa elite dirigente, mas também porque formará os professores dos seus filhos. Em todos os países do mundo, educação é um projeto público e nacional. Ou todos vão bem, ou o país vai mal.
Isso não significa dizer, obviamente, que a escola particular não tenha razão de existir ou, pior, que deva ser proibida. Em uma sociedade livre, cada família deve ter o direito de dar aos seus filhos a educação que merece – inclusive uma educação que, medida por testes padronizados, seja de qualidade igual ou inferior à da escola gratuita. No caso de um país com as carências educacionais que temos, mesmo que a diferença pró-particulares seja pequena, nenhum pingo de excelência pode ser sacrificado.
O que esses dados sugerem é que esse modelo de ensino chegou ao seu esgotamento. Seus problemas são em larga medida resultantes de uma mesma mentalidade que permeia nossa vida nacional e causa dificuldades por onde passa. Por muito tempo, os que tiveram a responsabilidade de pensar o país pensaram antes de tudo em si mesmos. Assim, criamos um sistema educacional em que a qualidade do ensino ministrado aos mais pobres não importa e o objetivo do ensino destinado aos ricos é ser tão-somente melhor do que o destinado aos pobres. Enquanto éramos uma sociedade autárquica e agroexportadora, essa miopia não tinha conseqüências maiores. Não é preciso Ph.D. para plantar café e não é preciso preocupar-se com a indústria chinesa em tempos de reserva de mercado. O problema é que nas últimas décadas o mundo mudou e o Brasil quer participar desse mundo novo – sem, porém, mudar a si mesmo. No momento em que o mercado passa a ser global e não nacional ou estadual e em que a competitividade das nações se dá pela produção de bens e serviços de alto valor agregado, o modelo educacional brasileiro já não dá mais conta do recado. Precisamos colocar mais gente nas escolas e especialmente em nossas universidades, e a saída para isso é apenas uma: a melhoria da qualidade do ensino que nossas crianças recebem. Mau ensino hoje é igual a evasão amanhã.
A conclusão é lógica: mesmo quem coloca os filhos em escolas particulares deve se preocupar com a qualidade da educação pública. E com urgência. Não apenas por espírito cívico, mas por amor-próprio também. Atualmente, 13% dos alunos do ensino básico estão em escolas privadas e os outros 87% estudam em instituições públicas. O único encontro entre esses dois grupos que gera alguma mobilização do setor mais avantajado é quando os ex-alunos da escola pública entram na escola do crime e cutucam as janelas dos carros dos ricos com os seus revólveres. Aí, já é tarde demais. No Brasil de 2007, voltar nossa atenção para o que acontece na 1ª série do ensino fundamental das escolas de periferia virou questão de sobrevivência – coletiva e individual, figurada e literal.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
A arte é um meio de fuga de uma realidade que nem sempre é a que desejamos
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| Alunos da Escola São Benedito, demonstrando seu talento no Hip Hop. |
O hip hop (também referido como hip-hop) é uma cultura artística que iniciou-se durante a década de 1970 nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque.[1] Afrika Bambaataa, reconhecido como o criador oficial do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, a breakdance e a escrita do grafite.[2] Outros elementos incluem a moda hip hop e as gírias.[3]Desde quando emergiu primeiramente no South Bronx, a cultura hip hop se espalhou por todo o mundo.[4] No momento em que o hip hop surgiu, a base concentrava-se nos disc jockeys que criavam batidas rítmicas para pausas "loop" (pequenos trechos de música com ênfase em repetições)[5] em dois turntables, que atualmente é referido como sampling. Posteriormente, foi acompanhada pelo rap, identificado como um estilo musical de ritmo e poesia, com uma técnica vocal diferente para utilizar dos efeitos dos DJs.[6] Junto com isto surgiram formas diferentes de danças improvisadas, como a breakdance, o popping e o locking.[7]A relação entre o grafite e a cultura hip hop surgiu quando novas formas de pintura foram sendo realizadas em áreas onde a prática dos outros três pilares do hip hop eram frequentes, com uma forte sobreposição entre escritores de grafite e de quem praticava os outros elementos.[7]
Fonte:Wikipedia
Alguns jogos, se usados de forma correta podem auxiliar no aprendizado da matemática, a metodologia funciona e proporciona um jeito novo e divertido de se aprender: Brincando.
A eficiência da merenda escolar só se alcança com a aplicação responsável dos recuros do PDE e PDDE
A Escola São Benedito, lamenta que em outras gestões a mesma teve um passado triste: sem merenda escolar, sem ensino de qualidade, sem nenhum incentivo tanto para alunos nem professores.
O Prefeito Chamonzinho foi eleito e assumiu a responsabilidade e, mudou completamente esse conceito.
Hoje, o que se vê, é um cardápio variado e nutritivo, que ajuda a manter a frequência escolar em alta.
A seguir, alguns exemplos de como deve agir um Gestor preocupado e compromissado com a educação de qualidade.
A Escola São Benedito conseguiu do início do ano até aqui, melhorar o que já estava bom. E agora, conta com merenda escolar de qualidade, três vezes ao dia, para mais de 600 alunos. Isso mesmo, merenda diversificada e nutritiva para mais de 600 alunos.
Isto só é possível graças ao trabalho incansável do Prefeito Chamonzinho que a cada ação frente a Admnistração Municipal consegue nos surpreender trazendo sempre uma novidade maior e melhor.
A diretoria da Escola São Benedito está feliz por que, graças ao Projeto Político Pedagógico colocado em prática no ano passado, recebemos e aplicamos recursos oriundos do PDE e PDDE e mudamos a face da escola, com muito trabalho e dedicação.
Lembrando que esta escola assim como todas as outras reebe uma parcela considerável de apoio da SEMED, para realizar seus trabalhos.
Parabéns ao Prefeito Chamonzinho, parabéns a Secretária de Educação Gerlane Pereira de Lima Santos, Parabéns ao Diretor Carlos César Pinheiro por querer fazer e lutar a té conseguir. Parabéns à equipe São Benedito, o corpo docente que tem levado essa escola a um lugar de destaque no cenário da educação municipal em Curionópolis.
É assim, que se faz a história.
Feliz Páscoa!!!! Comunidade São Benedito!!!!
Como já é tradicional, todos os anos se comemora a Páscoa na Escola São Benedito. Esse ano, os alunos tiveram um dia recreativo com muita músca, brincadeiras, refrigerantes e bolo. E é claro: Muitos, Muitos ovos de páscoa. Acompanhe.
A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach.
Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres. [1]
A educação aliada ao esporte como alternativa para crianças e jovens
Com muito orgulho a Escola São Benedito apresenta Wiliam Sousa, Filho de Maurício Braga de Sousa o famoso Carioca.
Nosso Aluno do 6º ano do ensino fundamental é o mais novo orgulho da cidade. Após ter vencido uma díficil etapa do campeonato paraense de Karatê, voltando pra casa com um belo troféu e muitas medalhas.
A direção da escola, juntamente com o corpo docente parabeniza o aluno Wiliam Sousa.
Acreditamos que o esporte aliado a educação é uma poderosa arma na area da proteção social e resgate de crianças e jovens em situação de risco .
Aos que quiserem acompanhar a trajetória de Wiliam, informamos que o mesmo já se inscreveu para um novo desafio agora em Parauapebas. Sempre postaremos em nosso blog, notícias sobre o assunto. Fique ligado.
Nosso Aluno do 6º ano do ensino fundamental é o mais novo orgulho da cidade. Após ter vencido uma díficil etapa do campeonato paraense de Karatê, voltando pra casa com um belo troféu e muitas medalhas.
A direção da escola, juntamente com o corpo docente parabeniza o aluno Wiliam Sousa.
Acreditamos que o esporte aliado a educação é uma poderosa arma na area da proteção social e resgate de crianças e jovens em situação de risco .
Aos que quiserem acompanhar a trajetória de Wiliam, informamos que o mesmo já se inscreveu para um novo desafio agora em Parauapebas. Sempre postaremos em nosso blog, notícias sobre o assunto. Fique ligado.
terça-feira, 19 de abril de 2011
ESCOLA SÃO BENEDITO COMEMORA DIA DO ÍNDIO
A Escola São Benedito comemorou o Dia do Índio. Os alunos foram divididos pelo turno que estudam para que da melhor forma possível as brincadeiras pudessem ser elaboradas e aplicadas.
A comemoração ocorreu do forma tranquila e prazerosa e com diversas atividades lúdicas realizadas junto as professoras da instituição.
Para O diretor da escola, professor Carlos Cesar Pinheiro, a programação realizada pelos alunos e professores em comemoração ao Dia do Índio objetiva refletir sobre a realidade das comunidades indígenas existentes em nosso país.
“A educação de qualidade é um dos caminhos para transformar esta realidade e promover a cidadania”.
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